[Cmi-mulheres] Cidade Juárez: 53 crimes contra mulheres cometidos
ferry Ben
la_toyax em yahoo.com
Quinta Abril 22 18:45:37 PDT 2004
po antonio nao sei..pelo incrivel q pareca eu vi esse
documentario por acaso num canal de tv a cabo na casa
de uma pessoa ehhe e
mas se liga faz uma busca no google q vc vai encontrar
mais informacao sobre o assunto
ciao
toya
--- antonio sevilha <mastrohc em yahoo.com.br> wrote:
> Você sabe o nome do documentário e onde eu posso ler
> mais sobre o assunto ?
> Antonio Sevilha
>
> ferry Ben <la_toyax em yahoo.com> wrote:
> tem um documentario muito bom sobre esse caso...
> foram muitas as mulheres mortas e eh impossivel
> encontrar um culpado pq envolve a policia..as
> maquiladoras...o governo..
> eh foda....
> toya
>
> --- antonio sevilha wrote:
> > Cidade Juárez: 53 crimes contra mulheres cometidos
> > por seus
> > companheiros
> > >
> > > 6.abril/2004 - O Instituto Chihuahuaense da
> > Mulher (Ichimu)
> > revela que
> > >dos 320 crimes reconhecidos oficialmente na
> cidade
> > Juárez contra as
> > >mulheres, no norte do México, divisão de
> Chihuahua,
> > 53 são
> > qualificados
> > >como violência pelas mãos de seus companheiros.
> Ou
> > seja, um sexto
> > destes
> > >crimes. Ontem, dia 05, mais uma mulher foi
> > encontrada morta.
> > >
> > > Segundo informações da imprensa local, Lorenza
> > Verónica Calderón,
> > de
> > >32 anos, morreu pelas mãos de seu esposo Martín
> > Lazcano, que depois de
> > >asfixiá-la pretendeu esconder o corpo no vaso
> > sanitário de sua casa.
> > >
> > > Segundo Ichimu, este é mais um dos crimes de
> > ódio que persistem
> > na
> > >cidade onde a organização social está decomposta.
> > Assim mesmo, os
> > maiores
> > >índices de violência na Cidade Juárez são gerados
> > pelos imigrantes,
> > como
> > >Lazcano. Esta é uma forma de violência muito
> > específica, de origem
> > >estrutural. O imigrante deixa sua vida e a
> > violência surge onde tem o
> > >trabalho, pois a nova condição acaba tomando tudo
> o
> > que você tem.
> > >
> > >Na Cidade Juárez tem de tudo: mulheres queimadas,
> > mordidas e
> > esfaqueadas. E
> > >o pior é que a impunidade gera temor nas
> mulheres,
> > que não denunciam
> > com
> > >medo de serem enterradas no quintal de suas
> casas.
> > >
> > > Tanto a Comissão Interamericana dos Direitos
> > Humanos (CIDH) das
> > Nações
> > >Unidas como a Anistia Internacional (AI),
> sinalaram
> > que na Cidade
> > Juárez e
> > >Chihuahua se demonstra mais que crimes seriais,
> mas
> > uma preocupante
> > >violência e discriminação contra as mulheres.
> > >
> > > O assassino Martín Lazcano está acusado
> > também, segundo a
> > Procuradoria
> > >Estadual de Justiça, de abuso à sua afilhada de
> > quatro anos de idade.
> > A
> > >menina está no hospital por causa das lesões
> > provocadas pelo estupro.
> > >
> > > Um informe do presidente mexicano Vicente Fox
> > deverá ser
> > apresentado
> > >na segunda quinzena deste mês. Existem 40 linhas
> de
> > ação, incluindo o
> > >combate à violência contra as mulheres.
> > >
> > > Segundo o documento da Comissão Nacional de
> > Direitos Humanos
> > (CNDH), o
> > >total de mortes na Cidade Juárez ultrapassa
> 404.000
> > desaparições.
> > >
> > > Diante dessa situação, se pode prever uma
> > visita ao México da
> > relatora
> > >especial da Organização das Nações Unidas (ONU)
> > sobre a Violência
> > contra a
> > >Mulher, Yakin Ertürk. Ela deve investigar os
> crimes
> > que estão
> > ocorrendo
> > >desta forma tão semelhante. Recentemente, o
> jornal
> > francês Le Monde,
> > deu
> > >uma notícia do Comitê para a Eliminação de todas
> as
> > formas de
> > Discriminação
> > >contra a Mulher (Cedaw), que condena a
> passividade
> > das autoridades
> > >estaduais e federais no caso dos assassinatos de
> > mulheres.
> > >
> > >* Com informações de Cimac.
> >
> >
> > Janaina wrote:La
> > libertad del software promovida por mujeres
> > Confira abaixo....
> >
> >
> > Laura Faria da Fundación Vía Libre entrevistou
> > Loimar Vianna do Projeto
> > Software Livre Mulheres na ocasião do Primer
> Taller
> > de Periodismo
> > Digital y Software Libre del Mercosur, que
> aconteceu
> > de 11 a 12 de
> > março de 2004 em Montevidéo no Uruguai. Confira a
> > versão em português e
> > espanhol.
> >
> > Por qué decidieron armar un grupo de mujeres en
> > proyecto software libre?
> >
> > A idéia já vem de muito tempo, nós queríamos ter
> um
> > espaço para
> > divulgar as questões relacionadas ao software
> livre
> > e à inclusão social
> > e digital sob a perspectiva feminina. E assim
> nasceu
> > o Projeto Software
> > Livre Mulheres ou PSL Mulheres[1], que faz parte
> do
> > Projeto Software
> > Livre Brasil[2]. O grupo tem como objetivo
> destacar,
> > apoiar e se
> > engajar em projetos da comunidade de software
> livre
> > e ser um espaço
> > para todas as pessoas sem exceções, inclusive as
> > iniciantes. Não é
> > exclusivo e nem faz distinção de gênero, os homens
> > estão convidados a
> > participar.
> >
> > 2)alguna anecdota sobre su experiencia como
> usuaria
> >
> > Com usuária não, mas escuto muito os homens
> > brincarem com o nome do
> > nosso grupo dizendo que vão fundar também o PSL
> > Homens;-)
> >
> > O nome "Mulheres" é realmente forte e é como nós
> > somos, pessoas,
> > filhas, amigas, namoradas, mães, esposas,
> > profissionais, cidadãs que se
> > desdobram em mil papéis tanto em casa como no
> > trabalho. Queremos chamar
> > a atenção e conscientizar que não é esperando que
> se
> > consegue os
> > espaços. Historicamente sofremos uma série de
> > discriminações por
> > fatores culturais e sociais, principalmente dentro
> > da área tecnologica.
> > Está na hora de mudarmos a postura e o discurso.
> > Acredito que seja esse
> > o desafio. Não esperem convites, se apresentem,
> não
>
=== message truncated ===>
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